O Jornal de Canoas é um portal de notícias da cidade de Canoas, com as melhores notícias do Brasil e Mundo,confira os últimos acontecimentos, fique por dentro de tudo! acesse www.jornaldecanoas.com

Canoas: após troca de tiros com a polícia, santa-cruzense é atingido e morre

Grupo de bandidos foi flagrado pela polícia trocando placas de carro roubado.

Canoas: após troca de tiros com a polícia, santa-cruzense é atingido e morre
Deixe Seu Voto

Em um  confronto com a Brigada Militar, dois criminosos morreram e outros três foram presos na tarde da última terça-feira, dia 23 de janeiro em Canoas. Entre os envolvidos, estava o santa-cruzense Emerson Weigel Belmiro, que tinha 23 anos.

O grupo criminoso foi flagrado pela polícia no exato momento em que estava alterando placas de um carro Peugeot 208 que havia sido roubado. O tiroteio aconteceu num galpão da Avenida Frederico Ozanan, localizada no bairro Guajuviras.

Os que foram presos foram levados para a delegacia. A segunda vítima do tiroteio foi identificado como Rodrigo da Cunha. Na ação bem sucedida, nenhum policial ficou ferido. O corpo de Emerson foi velado na tarde de ontem (24) na Capela Municipal de Vera Cruz e o sepultamento estava previsto para o fim da tarde do mesmo dia, no Cemitério Católico Nassa Senhora Aparecida.

Homicídios em Canoas foram 115 em 2017

O tráfico de drogas foi o principal problema enfrentado pelas autoridades de Canoas no último ano. Mais de 90% dos casos envolvendo homicídios em 2017 envolveram o tráfico de drogas.

Os dados foram divulgados pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa.

“Posso afirmar sem medo de errar, mais de 90% dos homicídios do ano passado tem a ver com o tráfico de drogas”, diz o delegado Luis Antônio Firmino.

As mortes normalmente tem a ver com a disputa de território e também com as cobranças de dívidas dos usuários.

Ainda é um problema, inclusive, para a polícia encontrar os culpados desse tipo de crime, já que normalmente ocorrem em locais afastados.

Locais onde não existem câmeras de vigilância e os moradores da região tem medo de prestar informações aos policiais.

“Elas não têm segurança nem dentro da própria casa, onde os marginais conseguem facilmente invadir. Nessas regiões acaba imperando a lei do silêncio, tornando mais difícil a investigação”, disse o delegado em entrevista concedida no início do ano.

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.