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Hospital Gracinha, em Canoas, tem dívida de R$ 110 milhões

Dívida em valor alto está sendo administrada pelos responsáveis da área financeira.

Hospital Gracinha, em Canoas, tem dívida de R$ 110 milhões
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O Hospital Nossa Senhora das Graças, conhecido popularmente como Gracinha em Canoas, Rio Grande do Sul, é uma instituição de saúde de grande porte e isso traz grande desafio para a administração, principalmente porque há uma dívida de R$ 100 milhões que foi adquirida durante os 55 anos da entidade.

O novo presidente da Associação Beneficente de Canoas (ABC), que mantém o hospital, Airton Tonietto, tenta recuperar o equilíbrio financeiro da entidade: “Assumi a presidência nesse mês, então ainda estou na fase de conhecimento. Pra mim foi uma surpresa esta posição. É uma missão que estamos assumindo e damos o melhor pra dar continuidade”, disse o presidente, que avaliou o momento da instituição como confortável e estável.

“Eu acho que a gente tem sempre que olhar o próximo. A gente se dedica a ajudar os mais carentes. Quando me convidaram para participar da associação, na área do conselho fiscal, fui me envolvendo”, disse ele sobre a ABC.

O diretor administrativo e financeiro do hospital, Francisco Valmor Marques de Avila afirma que a situação do Gracinha é “controlável”, porém, o hospital tem um déficit mensal de R$ 1 milhão e isso faz com que os gestores precisem encontrar formas de aumentar a arrecadação: “Estamos diminuindo esse déficit e tentando aumentar a produção de convênios privados. A situação está difícil para todos. A prefeitura tem feito o que pode para ajudar”, conta o diretor.

Os contratos também estão sendo renegociados para que os custos sejam menores. “A nossa expectativa é de que o balanço de 2017 apresente um dos menores prejuízos dos últimos tempos da instituição. Em média, todos os anos o hospital fecha com um prejuízo de 8 a 10 R$ milhões”.

 

Mesmo com valores altos em dívidas, a gestão garante que a quantia pode ser administráveis e que o rombo bem sendo abatido, mesmo com o débito parecendo impagável. “Mesmo assim, é um peso que a gente carrega”, afirma o diretor.

 

“Nós temos um projeto de ampliação do pronto socorro dos convênios. É uma área de mais de 400 m², que deve sair edital para construção. Isso vai nos gerar a possibilidade de ampliar os convênios, que é onde vamos buscar os recursos para melhorar o equilíbrio financeiro do hospital”, relata o presidente da ABC.

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